PISA 2022 – a vergonha brasileira

Pessoal, um colega do grupo do Doutorado em Informática resolveu fazer uma pergunta para o Bard, leiam o resultado:


Bard: Como foi o Brasil no teste PISA de 2022?

O Brasil obteve resultados abaixo da média da OCDE no teste PISA de 2022, realizado com estudantes de 15 anos de idade. Em matemática, o Brasil ficou em 59º lugar, com uma pontuação de 412 pontos, abaixo da média da OCDE de 487 pontos. Em leitura, o Brasil ficou em 56º lugar, com uma pontuação de 407 pontos, também abaixo da média da OCDE de 487 pontos. Em ciências, o Brasil ficou em 58º lugar, com uma pontuação de 410 pontos, novamente abaixo da média da OCDE de 487 pontos.

Esses resultados são uma continuação da tendência negativa do Brasil no PISA. Em 2018, o Brasil ficou em 58º lugar em matemática, 57º lugar em leitura e 59º lugar em ciências.

Os resultados do PISA são considerados um importante indicador da qualidade da educação em um país. Eles mostram que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer para melhorar a educação de seus jovens.

Algumas das causas dos resultados negativos do Brasil no PISA incluem:

– A desigualdade social no país, que se reflete na educação. Os alunos de famílias de baixa renda têm menos acesso à educação de qualidade.
– A falta de investimento na educação. O Brasil investe menos em educação do que a maioria dos países da OCDE.
– A ineficiência do sistema educacional. O sistema educacional brasileiro é complexo e burocrático, o que dificulta a implementação de reformas.

Para melhorar os resultados do Brasil no PISA, é necessário investir na educação, reduzir a desigualdade social e melhorar a eficiência do sistema educacional. Estamos flutuando entre as posições 56 e 59 no ranking de 81 países, abaixo dos 70% melhor pontuados. 


Site oficial do PISA com todos os dados para estudo e análise.


Agora leia meu post anterior sobre o assunto, o Exame PISA mostra que o problema é muito pior e essencialmente ligado ao ensino fundamental do que os problems ligados aos modelos de Universidades, como pensar se a formação básica é rudimentar?:

Link para o texto completo, a seguir o primeiro parágrafo:

“A versão inicial deste texto foi redigido em 2007, agora com a publicação dos resultados parciais do ENADE resolvi atualizá-lo e republicar (nota: em outubro de 2020). Estou propondo uma meditação sobre a Universidade brasileira. As minhas perguntas centrais são: Qual deve ser a essência de uma Universidade? O que se passa com o modelo brasileiro de Universidades? Publicações motivaram inicialmente este texto, a primeira foi um artigo publicado pela Agência FAPESP em 2007 com uma entrevista do pesquisador norte-americano Philip Portoghese, da Universidade de Minnesota que caracteriza uma Universidade de Pesquisa:

… um dos mais conhecidos especialistas em química medicinal no mundo, considera que a principal tarefa do pesquisador acadêmico não é desenvolver produtos, mas criar novos conceitos. Ele disse na entrevista: “Nosso objetivo maior hoje, na universidade, não é descobrir medicamentos, mas desenvolver novas abordagens e conceitos para a produção de fármacos. Precisamos aproveitar aquilo que temos e que falta aos pesquisadores das empresas. A universidade tem tempo para pensar e este é seu trabalho”.


(Acessos 973)