Capítulo

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O objetivo proposto na edição deste livro sobre a Universidade é complementar o conteúdo inicial com a visão dos leitores. Para tanto estou usando uma poderosa ferramenta de comentários. Espero contar com boas contribuições – com opiniões suportadas por referências a documentos ou sites . A construção coletiva é uma experiência nova que gostaria de testar e avaliar. Visões múltiplas aumentam a qualidade de um texto acadêmico. Há uma seção com a listagem dos colaboradores que tiveram as contribuições incluídas no texto.
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Introdução (índice)

É preciso entender o que é uma Universidade. Vou discutir aquilo que entendo deva ser uma Universidade no significado essencial da palavra (Encyclopedia 2023):

A university is an institution of higher education and research, which grants academic degrees at all levels (bachelor, master, and doctorate) in a variety of subjects. A university provides both tertiary and quaternary education. The word university is derived from the Latin Universitas Magistrorum et Scholarium, roughly meaning “community of masters and scholars”. [1]

Uma Universidade Tradicional desempenha um papel fundamental como o epicentro do encontro entre mestres e pensadores, sendo concebida desde sua origem como um espaço sagrado para o cultivo do pensamento profundo. É um ambiente destinado à reflexão, à análise crítica e ao florescimento de novos conceitos. Ao longo de sua história, a Universidade tem sido uma fonte inesgotável de conhecimento, abrigando mentes brilhantes que buscam desvendar os mistérios do mundo e expandir os horizontes do entendimento humano.

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Os mestres, como detentores de conhecimento especializado, encontram na Universidade um terreno fértil para transmitir suas sabedorias acumuladas ao longo do tempo. Estabelecem-se como guias, compartilhando experiências e orientando os estudantes em sua jornada intelectual. Esses mestres, muitas vezes renomados em suas áreas de estudo, proporcionam um ambiente inspirador onde o aprendizado vai além das páginas dos livros, permeando as mentes sedentas por conhecimento.

Os pensadores, por sua vez, são os arquitetos da inovação e da criatividade. Na Universidade, têm o espaço necessário para explorar as fronteiras do pensamento, desafiando ideias estabelecidas e concebendo novas perspectivas. A liberdade acadêmica oferecida pela Universidade permite que esses pensadores transcendam os limites convencionais, contribuindo para a evolução constante do conhecimento humano.

A Universidade, como um local de pensamento, não apenas proporciona um terreno fértil para o diálogo intelectual, mas também promove a diversidade de ideias. A interação entre mestres e pensadores, bem como entre os próprios estudantes, cria um ambiente dinâmico onde as diferenças são celebradas e a multiplicidade de perspectivas enriquece o aprendizado.

Em sua essência, a Universidade é um referencial de aprendizado contínuo, desafiando os indivíduos a questionarem, explorarem e ampliarem os limites do conhecimento. Ao permanecer fiel à sua missão de ser um local de encontro para mestres e pensadores, a Universidade perpetua a tradição de ser um bastião da erudição, moldando não apenas o presente, mas também o futuro intelectual da sociedade. Em um ambiente de liberdade há espaço para novas ideias e para a abertura de novos horizontes, este é o modelo de Universidade Humboldtiana, a Alemanha criou este modelo nos 18’s e obteve, no início do século XX, uma das maiores concentrações de Prêmios Nobel. A criação da Universidade de Berlim [2] por Humboldt foi um verdadeiro sucesso. Seu modelo foi prontamente adotado em toda a Alemanha e, posteriormente, exerceu uma influência decisiva no desenvolvimento das grandes universidades norte-americanas, como Harvard ou Yale – que, essencialmente, são universidades seguindo a abordagem Humboldtiana. O princípio central da ideia de universidade de Humboldt é a famosa “unidade indissolúvel do ensino e da pesquisa”. Isso significa que o conteúdo a ser ensinado deve idealmente ser um conhecimento adquirido em primeira mão pelo professor, atuando como pesquisador.

Essa ideia tem implicações práticas evidentes no que diz respeito aos calendários escolares e horários, ou seja, na gestão do tempo dedicado ao ensino e à pesquisa. Apenas o professor que tem tempo para pesquisar e se manter informado sobre o estado da arte em sua área pode desenvolver um ensino verdadeiramente universitário. Outros dois princípios importantes desse modelo de universidade são a liberdade no ensino e aprendizado, assim como a necessária maturidade e autonomia do estudante universitário.

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A liberdade de ensino é um princípio democrático fundamental que garante a autonomia dos professores e pesquisadores na escolha das disciplinas em que se especializam e dos estudantes na escolha do seu próprio percurso de aprendizagem.

No caso dos professores e pesquisadores, a liberdade de ensino significa que eles têm a liberdade de ensinar as disciplinas que acreditam serem mais relevantes para o seu campo de conhecimento e para a formação dos estudantes. Isso permite que eles desenvolvam o seu próprio pensamento crítico e criativo e que contribuam para o avanço da ciência e da cultura.

No caso dos estudantes, a liberdade de ensino significa que eles têm a liberdade de escolher as disciplinas que desejam estudar, de acordo com os seus interesses e objetivos profissionais. Isso permite que eles desenvolvam as suas habilidades e conhecimentos de forma personalizada e que se preparem melhor para o mercado de trabalho e para o mundo.

A existência de disciplinas de escolha livre e um sistema de major e minor são duas formas de garantir a liberdade de ensino para os estudantes. As disciplinas de escolha livre são disciplinas que não são obrigatórias para a conclusão do curso, mas que podem ser escolhidas pelos estudantes de acordo com os seus interesses. Isso permite que eles explorem áreas de conhecimento que não estão diretamente relacionadas à sua área principal de formação. O sistema de major e minor é um sistema que permite aos estudantes concentrarem-se em uma área principal de estudo (major) e complementarem a sua formação com uma área secundária (minor). Isso permite que eles desenvolvam uma formação mais completa e abrangente. Por exemplo, um estudante pode escolher uma “major” em Psicologia e uma “minor” em Sociologia. A “major” é a área principal em que o aluno obterá um conhecimento mais aprofundado, enquanto a “minor” oferece uma compreensão mais ampla de uma segunda área de interesse.

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A liberdade de ensino é um direito fundamental que deve ser garantido em todos os sistemas educacionais. Ela é essencial para a formação de cidadãos críticos e autônomos, capazes de contribuir para a construção de uma sociedade democrática e justa. Aqui estão alguns exemplos específicos de como a liberdade de ensino pode ser aplicada na prática:

  • Um professor de história pode escolher ensinar um curso sobre a história da África, mesmo que isso não seja uma disciplina obrigatória do currículo.
  • Um estudante de engenharia pode escolher cursar um curso de artes, para desenvolver as suas habilidades criativas.
  • Um estudante de direito pode escolher seguir um curso de economia, para entender melhor o contexto econômico das leis.

A liberdade de ensino é um princípio que deve ser defendido por todos os que acreditam na educação como um instrumento de transformação social. O cientista Carl Sagan [3] escreve em seu livro “O Mundo Assombrado pelos Demônios” (Sagan 2006) onde trata da ciência e das crendices e pseudociência trata deste assunto:

Na Universidade de Chicago, também tive a sorte de participar de um programa de educação geral planejado por Robert M. Hutchins, em que a ciência era apresentada como parte integrante da magnífica tapeçaria do conhecimento humano. Considerava-se impensável que alguém desejasse ser físico sem conhecer Platão, Aristóteles, Bach, Shakespeare, Gibbon, Malinowski e Freud entre muitos outros. Numa aula de introdução à ciência, a visão de Ptolomeu de que o Sol gira ao redor da Terra era apresentada de forma tão convincente que alguns estudantes se flagravam reavaliando seu compromisso com a teoria de Copérnico. No currículo de Hutchins, o status dos professores não tinha quase nada a ver com a sua pesquisa; inflexivelmente ao contrário do padrão moderno da universidade norte-americana, os professores eram avaliados pelo seu ensino, pela sua capacidade de informar e inspirar a próxima geração. Nessa atmosfera inebriante, consegui preencher algumas das muitas lacunas na minha educação. Grande parte daquilo que era profundamente misterioso, e não apenas na ciência, tornou-se mais claro. E também testemunhei em primeira mão a alegria que sentem aqueles que têm o privilégio de revelar um pouco do funcionamento do Universo. Sempre fui grato aos meus mentores dos anos 50, e tentei me certificar de que cada um deles soubesse do meu apreço. (p. 15)

Esta é uma indicação clara da diferença entre um Pesquisador e um Cientista. As nossas Universidades se esqueceram que são Instituições de Ensino e que a pesquisa é uma forma de qualificar seu ensino. Certamente em tópicos precisos, fundamentais ou tecnológicos podemos gerar contribuições excelentes, mas somos Professores. No início do século passado, o renomado sociólogo alemão Max Weber [4] observou que somente por acaso se poderia encontrar em um mesmo homem as vocações de cientista e professor. Apenas em situações fortuitas teríamos a felicidade de entrarmos em uma sala de aula e depararmos com o acadêmico igualmente vocacionado para o ensino e para a pesquisa.

Para concluir devemos responder a esta questão: Afinal qual é a missão de uma Universidade?

  • A real missão da universidade é a formação de alunos
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A missão da universidade é um tema complexo e controverso, que tem sido debatido por séculos. No entanto, há um consenso crescente de que a real missão da universidade é a formação de alunos. Essa missão é baseada na ideia de que a universidade é uma instituição de ensino superior, cujo objetivo principal é formar cidadãos críticos e autônomos, capazes de contribuir para o desenvolvimento da sociedade.

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A afirmação de que a real missão da universidade é a formação de alunos pode ser apoiada por uma série de argumentos acadêmicos.

Em primeiro lugar, a universidade é uma instituição de ensino superior, cujo objetivo principal é formar cidadãos críticos e autônomos. Essa formação é essencial para o desenvolvimento da sociedade, pois permite que os cidadãos participem ativamente da vida pública e tomem decisões informadas.

Em segundo lugar, a pesquisa e o ensino são duas atividades complementares que se beneficiam mutuamente. A pesquisa fornece aos estudantes a oportunidade de desenvolver as suas habilidades cognitivas e socioemocionais, além de adquirir conhecimentos específicos de uma área de estudo. O ensino permite que os estudantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos na pesquisa e desenvolvam as suas habilidades de comunicação e interação social.

Em terceiro lugar, a falta de formação de recursos humanos de alta qualidade é um problema sério que afeta o desenvolvimento de todas as nações. O Brasil, em particular, enfrenta uma série de crises que estão relacionadas, em parte, à falta de formação de recursos humanos qualificados.

A formação de alunos envolve o desenvolvimento de uma ampla gama de habilidades e conhecimentos, incluindo:

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  • Habilidades cognitivas: raciocínio crítico, pensamento criativo, resolução de problemas, tomada de decisão, etc.
  • Habilidades socioemocionais: capacidade de trabalhar em equipe, comunicação eficaz, liderança, etc.
  • Conhecimentos específicosde uma área de estudo: ciência, tecnologia, engenharia, artes, humanidades, etc.
  • A interação Humboldtiana da pesquisa com o ensino tem por objetivo a Formação de Recursos Humanos

A pesquisa é importante para a formação de recursos humanos porque ela permite que os estudantes desenvolvam as suas habilidades cognitivas e socioemocionais, além de adquirir conhecimentos específicos de uma área de estudo.

O ensino é importante para a formação de recursos humanos porque ele permite que os estudantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos na pesquisa e desenvolvam as suas habilidades de comunicação e interação social. Grande parte de nossa crise como nação é esta falta de formação em grande escala de recursos humanos de alta qualidade. A falta de formação de recursos humanos de alta qualidade impede o Brasil de se desenvolver de forma sustentável e inclusiva.

A seguir, são apresentados alguns exemplos específicos de como a universidade pode contribuir para a formação de recursos humanos de alta qualidade:

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  • Ofertando cursos de graduação e pós-graduação de alta qualidade: A universidade deve oferecer cursos que sejam relevantes para o mercado de trabalho e que preparem os estudantes para os desafios do século XXI.
  • Incentivando a pesquisa: A universidade deve incentivar a pesquisa, pois ela é essencial para o desenvolvimento de novos conhecimentos e tecnologias.
  • Promovendo a inovação: A universidade deve promover a inovação, pois ela é essencial para o crescimento econômico e social.

A missão da universidade é formar cidadãos críticos e autônomos, capazes de contribuir para o desenvolvimento da sociedade. Essa missão é essencial para o futuro do Brasil e de todas as nações.

Na publicação da Profª Wrana Panizzi [5] Universidade para quê? (Panizzi 2006) é feita uma busca da resposta para esta pergunta. Inicialmente é identificada a situação de que vivemos em um Mundo Novo. Este mundo é caracterizado pelo domínio do conhecimento e pela internacionalização da educação e mostra a necessidade de uma reformulação na Universidade.

O novo mundo que aí está e que cada vez se revela mais complexo, mais amplo e mais desafiador mostra que as questões não são poucas. E é preciso fazer uma boa formulação das mesmas. Uma evidência, entretanto, se impõe: não podemos mais formar os nossos estudantes como até agora o fazíamos. Hoje, ensinar, aprender, conhecer e ter competência apresentam outros significados e valores, e não são a mesma coisa. Pensar não pode ser considerado mero diletantismo e abstração! Daí… (p. 30)

A rápida transformação nos setores econômicos, impulsionada pela inovação tecnológica e mudanças nas demandas do mercado, destaca a necessidade urgente de uma revisão nas abordagens educacionais. Os estudantes, ao buscarem a formação acadêmica, almejam adquirir conhecimentos práticos e habilidades que possam ser aplicados de maneira eficaz no mercado de trabalho. No entanto, muitas vezes, os currículos universitários permanecem alheios às demandas atuais, resultando em uma lacuna substancial entre a teoria aprendida nas salas de aula e as práticas profissionais esperadas pelas empresas. Este tema foi tratado inicialmente em um artigo curto apresentado no CBIE de 2023: Novas formações em carreiras técnicas (Palazzo Moreira de Oliveira, Novas formações em carreiras técnicas 2023). O sério problema que encontramos é o desalinhamento entre o Ambiente Brasileiro de Educação Superior e a realidade do ambiente de trabalho e demanda. A formação em carreiras técnicas tem passado por mudanças significativas ao longo dos anos, refletindo a evolução das tecnologias e as demandas do mercado de trabalho. Tradicionalmente, o modelo educacional para carreiras técnicas envolvia um período inicial de dois anos dedicados a conteúdos científicos fundamentais, seguido por dois ou três anos focados em aspectos profissionais. Paralelamente, a formação universitária em ciência da computação seguia um padrão semelhante, enfatizando uma sólida compreensão dos princípios científicos subjacentes às tecnologias modernas. No entanto, com o cenário atual de rápido desenvolvimento tecnológico e as constantes mudanças nas exigências do mercado, surge a necessidade de repensar e reformular a abordagem educacional em computação. 

O desalinhamento entre a formação tradicional em universidades e as expectativas do mercado de trabalho é uma preocupação crescente tanto para os estudantes quanto para as instituições acadêmicas. Enquanto é crucial que as universidades continuem a fornecer uma base sólida em ciência da computação e campos correlatos, os princípios fundamentais muitas vezes se concentram em aspectos de longo prazo, proporcionando uma capacidade de adaptação a novas tecnologias e desafios. No entanto, com a ascensão rápida de tecnologias emergentes e demandas específicas de habilidades técnicas, surge a necessidade de um equilíbrio entre a teoria e a aplicação prática.

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Que soluções podem ser adotadas para solucionar este problema? Se possível cite casos reais.x

Nesse cenário, as faculdades de empresas e os bootcamps [6] têm surgido como alternativas promissoras para atender às necessidades específicas do mercado. Ao contrário do modelo tradicional de ensino superior, essas instituições focam em fornecer treinamento prático e rápido, alinhado com as demandas imediatas do mercado de trabalho. Essa abordagem permite que os alunos adquiram habilidades específicas em um curto espaço de tempo, tornando-os aptos a enfrentar os desafios técnicos do mundo profissional.

Em um estudo anterior destacamos a urgência de uma reformulação básica e essencial no ensino em computação (Palazzo Moreira de Oliveira, Oliveira, et al. 2022). A proposta enfatiza a necessidade de integração de métodos de aprendizado que equilibrem os fundamentos teóricos com a aplicação prática[/wpdiscuz-feedback], proporcionando uma formação mais completa e alinhada com as dinâmicas do mercado de trabalho.

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O que existe atualmente no Brasil? Referências.x

Diante desses desafios, a questão central é como equilibrar a tradição acadêmica com a necessidade de inovação e adaptabilidade. As universidades precisam reconhecer a importância de manter uma base sólida em ciência da computação, enquanto também abraçam métodos mais ágeis de ensino para atender às necessidades específicas do mercado. A implementação de programas flexíveis, parcerias com a indústria e a promoção de estágios práticos podem ser estratégias eficazes para alinhar a formação acadêmica com as expectativas do setor.

Em resumo, o atual desafio na formação em computação exige uma abordagem inovadora que integre os princípios fundamentais com a aplicação prática de habilidades técnicas específicas. O desalinhamento entre a formação tradicional em universidades e as necessidades do mercado de trabalho não pode ser ignorado, e é crucial buscar soluções que preparem os alunos para os desafios reais que enfrentarão em suas carreiras. A reformulação do ensino em computação é uma jornada necessária para garantir que os profissionais estejam equipados não apenas com conhecimentos teóricos, mas também com as habilidades práticas necessárias para prosperar em um ambiente de trabalho dinâmico e em constante evolução.

Em última análise, a abordagem integrada para diminuir os efeitos do desalinhamento entre a formação universitária e as expectativas do mercado de trabalho exige uma reflexão contínua e uma colaboração proativa entre educadores, empregadores e formuladores de políticas. Somente através de esforços conjuntos pode-se criar um ambiente educacional que prepara efetivamente os estudantes para os desafios e oportunidades do mundo profissional contemporâneo. Esta introdução apresenta uma visão geral da situação atual. Os diferentes tópicos serão aprofundados nos próximos capítulos.

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[1] Uma universidade é uma instituição de ensino superior e pesquisa, que concede graus acadêmicos em todos os níveis (bacharelado, mestrado e doutorado) em diversas disciplinas. Uma universidade oferece educação terciária e quaternária. A palavra universidade deriva do latim Universitas Magistrorum et Scholarium, que significa aproximadamente “comunidade de mestres e estudiosos”.

[2] A Universidade Humboldt de Berlim é a mais antiga universidade de Berlim, fundada em 1810 como Universidade de Berlim pelo linguista e educador prussiano Wilhelm von Humboldt (1767 – 1835), cujo modelo universitário influenciou fortemente outras universidades europeias e ocidentais.

[3] Carl Edward Sagan (1934 — 1996) foi um cientista planetário, astrônomo, astro biólogo, astrofísico, escritor e divulgador científico

[4] Maximilian Karl Emil Weber (Max Weber, 1864 — 1920) foi um intelectual, jurista e economista alemão considerado um dos fundadores da Sociologia.

[5] Wrana Panizzi foi presidente Fundação de Economia e Estatística do RS (1989-1991), presidente da Associação Nacional de Dirigentes das IFES (2003-2004) e Reitora da UFRGS (1996-2004).

[6] Em sua definição original bootcamp significa ‘campo de treinamento’. Atualmente o termo é usado para um evento de imersão com o objetivo de desenvolver, pela prática, uma habilidade ou competência.


Bibliografia

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