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	<title>Comentários sobre Blog do Prof. Palazzo</title>
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	<description>Computação, Tecnologia e Educação</description>
	<lastBuildDate>Sun, 06 May 2012 18:35:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Sobre qualidade e competitividade no ensino universitário. por Orlando Figueiredo</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2012/05/sobre-qualidade-e-competitividade-no-ensino-universitario/comment-page-1/#comment-698</link>
		<dc:creator>Orlando Figueiredo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 May 2012 18:35:53 +0000</pubDate>
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		<description>Perfeito, Professor, entendo o seu ponto de vista e não o contesto. No texto principal da sua postagem, a ênfase do aprimoramento da universidade está nos professores, ingrediente importante. Eu queria apenas ampliar isso para englobar os alunos. Quantas vezes eu vejo professores de grande capacidade tão pouco aproveitados pelos alunos? É bem conhecido que parte do sucesso da pesquisa americana em ciências deve-se à farta presença de talentos advindos de todas as partes do mundo: Índia, China, Leste Europeu, América Latina. Aqui, até os alunos nós estamos exportando. Nós temos poucas instituições que atraem talentos de qualquer parte do país por seu prestígio. No meu tempo, tínhamos o ITA, hoje eu não acompanho mais.

Se nós concordarmos que muitos dos alunos que chegam ao ensino superior não têm perfil para tanto (eu digo, na vontade, não na capacidade, pois só isso explica alunos abordando análise de algoritmos como algo supérfluo pois pouco empregado na carreira), então teríamos que concordar também que deveríamos encolher a oferta de vagas, talvez fechar cursos, em favor da abertura de vagas de tecnólogos em escolas técnicas. Nessa hora, as universidades são bem mais pragmáticas e optam por não largar o osso. 

Fora isso, quando será que o brasileiro vai deixar de lado a segurança de um carimbo que lhe diz que ele é um profissional dessa ou daquela carreira, mesmo quando ele sabe que passou os anos de faculdade sem o empenho verdadeiro que, este sim, o credencia a ser um profissional de fato e não apenas de direito? Será que veremos essa transformação de mentalidade mo espaço de uma geração? A semente da não qualidade já se encontra entranhada aí.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeito, Professor, entendo o seu ponto de vista e não o contesto. No texto principal da sua postagem, a ênfase do aprimoramento da universidade está nos professores, ingrediente importante. Eu queria apenas ampliar isso para englobar os alunos. Quantas vezes eu vejo professores de grande capacidade tão pouco aproveitados pelos alunos? É bem conhecido que parte do sucesso da pesquisa americana em ciências deve-se à farta presença de talentos advindos de todas as partes do mundo: Índia, China, Leste Europeu, América Latina. Aqui, até os alunos nós estamos exportando. Nós temos poucas instituições que atraem talentos de qualquer parte do país por seu prestígio. No meu tempo, tínhamos o ITA, hoje eu não acompanho mais.</p>
<p>Se nós concordarmos que muitos dos alunos que chegam ao ensino superior não têm perfil para tanto (eu digo, na vontade, não na capacidade, pois só isso explica alunos abordando análise de algoritmos como algo supérfluo pois pouco empregado na carreira), então teríamos que concordar também que deveríamos encolher a oferta de vagas, talvez fechar cursos, em favor da abertura de vagas de tecnólogos em escolas técnicas. Nessa hora, as universidades são bem mais pragmáticas e optam por não largar o osso. </p>
<p>Fora isso, quando será que o brasileiro vai deixar de lado a segurança de um carimbo que lhe diz que ele é um profissional dessa ou daquela carreira, mesmo quando ele sabe que passou os anos de faculdade sem o empenho verdadeiro que, este sim, o credencia a ser um profissional de fato e não apenas de direito? Será que veremos essa transformação de mentalidade mo espaço de uma geração? A semente da não qualidade já se encontra entranhada aí.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Sobre qualidade e competitividade no ensino universitário. por Palazzo</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2012/05/sobre-qualidade-e-competitividade-no-ensino-universitario/comment-page-1/#comment-696</link>
		<dc:creator>Palazzo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 11:06:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2967#comment-696</guid>
		<description>Prezado,

Há diferentes níveis de ensino, aqui níveis significa formas e profundidade e não qualidade, ver: &lt;a href=&quot;http://palazzo.pro.br/Joomla/pt-BR/homepage/ensino/136-international-standard-classification-of-education.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;ISCED&lt;/a&gt;. Estes níveis podem ser entendidos como formas diferentes e com diferentes objetivos de tratar assuntos e profissões, tenho um detalhamento das características em: &lt;a href=&quot;http://palazzo.pro.br/Joomla/pt-BR/homepage/ensino/134-niveis-de-formacao-academica.html&quot; rel=&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Níveis de Formação Acadêmica&lt;/a&gt;.

Formar uma elite acadêmica não é um problema é uma necessidade de afirmação da soberania nacional, não podemos deixar que as elites intelectuais sejam privilégio de outros países. O problema é achar que este é o único caminho, as pessoas devem ter a consciência de que há múltiplos caminhos para o sucesso. Muitos dos caminhos técnicos são mais rentáveis do que entrar para a elite intelectual. Provavelmente o mestre de obras bem sucedido ganhará muito mais do que o professor titular. Então porque achar &quot;não se enquadrar&quot; no modelo de elite intelectual é errado ou mau?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado,</p>
<p>Há diferentes níveis de ensino, aqui níveis significa formas e profundidade e não qualidade, ver: <a href="http://palazzo.pro.br/Joomla/pt-BR/homepage/ensino/136-international-standard-classification-of-education.html" rel="nofollow">ISCED</a>. Estes níveis podem ser entendidos como formas diferentes e com diferentes objetivos de tratar assuntos e profissões, tenho um detalhamento das características em: <a href="http://palazzo.pro.br/Joomla/pt-BR/homepage/ensino/134-niveis-de-formacao-academica.html" rel=" rel="nofollow">Níveis de Formação Acadêmica</a>.</p>
<p>Formar uma elite acadêmica não é um problema é uma necessidade de afirmação da soberania nacional, não podemos deixar que as elites intelectuais sejam privilégio de outros países. O problema é achar que este é o único caminho, as pessoas devem ter a consciência de que há múltiplos caminhos para o sucesso. Muitos dos caminhos técnicos são mais rentáveis do que entrar para a elite intelectual. Provavelmente o mestre de obras bem sucedido ganhará muito mais do que o professor titular. Então porque achar &#8220;não se enquadrar&#8221; no modelo de elite intelectual é errado ou mau?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Defesa de doutorado não é festa social! por Palazzo</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2012/04/defesa-de-doutorado-nao-e-festa-social/comment-page-1/#comment-695</link>
		<dc:creator>Palazzo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 10:52:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2955#comment-695</guid>
		<description>Prezado Xexéo,

Entendo teu ponto de vista de &quot;apoio moral&quot; mas continuo a achar que este é um problema da emoção dos latinos. Há um livro do &lt;em&gt;Domenico de Massi&lt;/em&gt; que gosto muito &quot;A Emoção e a Regra&quot;. 

&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;J&#039;aime la règle qui corrige l&#039;émotion&quot;&lt;/em&gt;
George Braque
&lt;em&gt;J&#039;aime l´emotion qui corrige la règle&lt;/em&gt;
Juan Gris&lt;/blockquote&gt;

Não imagino alguém levando a família para uma consulta médica por necessidade de apoio. Também acho terrível hospitais brasileiros aceitarem a presença de crianças e que amigos pessoais ou familiares mandem flores para pacientes que tiveram filhos. Há problemas de contaminação, de água parada etc. É a emoção sem o controle da regra. Penso que precisamos superar muita &lt;em&gt;emoção&lt;/em&gt; e colocar muito mais em ação &lt;em&gt;a regra&lt;/em&gt; para atingirmos um novo nível de desenvolvimento.

Palazzo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Xexéo,</p>
<p>Entendo teu ponto de vista de &#8220;apoio moral&#8221; mas continuo a achar que este é um problema da emoção dos latinos. Há um livro do <em>Domenico de Massi</em> que gosto muito &#8220;A Emoção e a Regra&#8221;. </p>
<blockquote><p><em>J&#8217;aime la règle qui corrige l&#8217;émotion&#8221;</em><br />
George Braque<br />
<em>J&#8217;aime l´emotion qui corrige la règle</em><br />
Juan Gris</p></blockquote>
<p>Não imagino alguém levando a família para uma consulta médica por necessidade de apoio. Também acho terrível hospitais brasileiros aceitarem a presença de crianças e que amigos pessoais ou familiares mandem flores para pacientes que tiveram filhos. Há problemas de contaminação, de água parada etc. É a emoção sem o controle da regra. Penso que precisamos superar muita <em>emoção</em> e colocar muito mais em ação <em>a regra</em> para atingirmos um novo nível de desenvolvimento.</p>
<p>Palazzo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Defesa de doutorado não é festa social! por Geraldo Xexéo</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2012/04/defesa-de-doutorado-nao-e-festa-social/comment-page-1/#comment-694</link>
		<dc:creator>Geraldo Xexéo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 04:01:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2955#comment-694</guid>
		<description>Palazzo,

Tenho certa pena daqueles que defendem tese sozinhos, sem a família ou um amigo, colega de curso, a assistir. É um momento difícil e o apoio não faz mal. Não precisa trazer a avó, ok, mas trazer o marido e ganhar um ramo de flores me parece bem razoável.

Realmente fica o problema da pressão da banca, mas nesse ponto a banca deve ser realmente soberana e tratar o candidato profissionalmente e educadamente.

Havia no IME a mesma prática de 2 bancas, mas a isso torna tudo muito caro. 

Também é possível tratar a aprovação a partir do documento e a banca como uma cerimônia de comprovação. 

O ideal é que nunca houvesse uma reprovação, mas eu afirmo que um curso que nunca reprova está errado. E conheço casos de alunos avisados que iriam ser reprovados que pediram para ir a banca, como uma chance derradeira ou para cumprir o ritual e &quot;fechar o ciclo&quot;, seja mental ou por algum motivo burocrático.

Finalmente, lembro um caso onde a candidata foi aprovada, mas mesmo assim o marido, que era da área mas não acadêmico, não conseguiu calar a boca ao ouvir as críticas ao trabalho e usou o momento de falar da platéia para dar sua opinião sobre a conduta da banca. Ficou estranho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Palazzo,</p>
<p>Tenho certa pena daqueles que defendem tese sozinhos, sem a família ou um amigo, colega de curso, a assistir. É um momento difícil e o apoio não faz mal. Não precisa trazer a avó, ok, mas trazer o marido e ganhar um ramo de flores me parece bem razoável.</p>
<p>Realmente fica o problema da pressão da banca, mas nesse ponto a banca deve ser realmente soberana e tratar o candidato profissionalmente e educadamente.</p>
<p>Havia no IME a mesma prática de 2 bancas, mas a isso torna tudo muito caro. </p>
<p>Também é possível tratar a aprovação a partir do documento e a banca como uma cerimônia de comprovação. </p>
<p>O ideal é que nunca houvesse uma reprovação, mas eu afirmo que um curso que nunca reprova está errado. E conheço casos de alunos avisados que iriam ser reprovados que pediram para ir a banca, como uma chance derradeira ou para cumprir o ritual e &#8220;fechar o ciclo&#8221;, seja mental ou por algum motivo burocrático.</p>
<p>Finalmente, lembro um caso onde a candidata foi aprovada, mas mesmo assim o marido, que era da área mas não acadêmico, não conseguiu calar a boca ao ouvir as críticas ao trabalho e usou o momento de falar da platéia para dar sua opinião sobre a conduta da banca. Ficou estranho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Sobre qualidade e competitividade no ensino universitário. por Orlando Figueiredo</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2012/05/sobre-qualidade-e-competitividade-no-ensino-universitario/comment-page-1/#comment-693</link>
		<dc:creator>Orlando Figueiredo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 21:57:13 +0000</pubDate>
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		<description>Professor, a pergunta que eu lhe faço é: por que tão bons professores com que já contamos hoje não conseguem desenvolver todo o seu potencial de conhecimento em disciplinas de graduação?

Será que nosso problema é formar uma elite? Ou invertendo a questão, se esse for o caminho, o que deve acontecer com os alunos que não se encaixam? Qual seria a política para eles?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor, a pergunta que eu lhe faço é: por que tão bons professores com que já contamos hoje não conseguem desenvolver todo o seu potencial de conhecimento em disciplinas de graduação?</p>
<p>Será que nosso problema é formar uma elite? Ou invertendo a questão, se esse for o caminho, o que deve acontecer com os alunos que não se encaixam? Qual seria a política para eles?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Proibidos os temas de casa para crianças! ou &#8220;A vitória da mediocridade&#8221; por Palazzo</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2012/05/proibidos-os-temas-de-casa-para-criancas-ou-a-vitoria-da-mediocridade/comment-page-1/#comment-692</link>
		<dc:creator>Palazzo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 19:29:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2957#comment-692</guid>
		<description>Foi problema no copy-and-paste, está OK agora. Obrigado pela colaboração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi problema no copy-and-paste, está OK agora. Obrigado pela colaboração.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Proibidos os temas de casa para crianças! ou &#8220;A vitória da mediocridade&#8221; por bugaloo</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2012/05/proibidos-os-temas-de-casa-para-criancas-ou-a-vitoria-da-mediocridade/comment-page-1/#comment-690</link>
		<dc:creator>bugaloo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 16:12:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2957#comment-690</guid>
		<description>Seria legal, neste tipo de post, citar o link da notícia original (no El	Pais, no caso).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seria legal, neste tipo de post, citar o link da notícia original (no El	Pais, no caso).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O FMI diz que os culpados pela crise são os velhos! por Guilherme Netto</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2012/04/o-fmi-diz-que-os-culpados-pela-crise-sao-os-velhos/comment-page-1/#comment-677</link>
		<dc:creator>Guilherme Netto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 01:30:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2892#comment-677</guid>
		<description>É realmente chocante, mas esta é a forma que estes grandes conglomerados econômicos interpretam os números(e só para eles que enxergam). Sempre de uma forma dura e superficial. Avaliar que a crise mundial se agravará por causa do envelhecimento da população é uma visão leviana e tendenciosa. Nestes dias escutei em uma reunião a análise, absurda e irresponsável, de um dirigente de ensino superior que analisou os baixos números de alunos em sala de aula. Concluiu que o problema era da metodologia utilizada pelos docentes. Assim como o tema em questão, a análise crua dos números mantém o foco sempre num grupo responsável, ou como dizem “achar um bode expiatório“. O fato é que deveriam refletir a cerca do problema e organizar  sociedade para que possa acolher a população idosa, torna-la útil de alguma forma, aproveitando sua experiência. Caso contrário serão os idosos os “Bodes” para que os bancos, seguradoras, planos de saúde, etc. continuem a aumentar seus lucros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É realmente chocante, mas esta é a forma que estes grandes conglomerados econômicos interpretam os números(e só para eles que enxergam). Sempre de uma forma dura e superficial. Avaliar que a crise mundial se agravará por causa do envelhecimento da população é uma visão leviana e tendenciosa. Nestes dias escutei em uma reunião a análise, absurda e irresponsável, de um dirigente de ensino superior que analisou os baixos números de alunos em sala de aula. Concluiu que o problema era da metodologia utilizada pelos docentes. Assim como o tema em questão, a análise crua dos números mantém o foco sempre num grupo responsável, ou como dizem “achar um bode expiatório“. O fato é que deveriam refletir a cerca do problema e organizar  sociedade para que possa acolher a população idosa, torna-la útil de alguma forma, aproveitando sua experiência. Caso contrário serão os idosos os “Bodes” para que os bancos, seguradoras, planos de saúde, etc. continuem a aumentar seus lucros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Retrocesso no ensino superior por Richard</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2011/07/retrocesso-no-ensino-superior/comment-page-2/#comment-674</link>
		<dc:creator>Richard</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 16:02:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=1673#comment-674</guid>
		<description>(Comentário: segundo o autor estas são as regras para Portugal)

O diploma continua a distinguir a carreira docente universitária da carreira docente do ensino superior politécnico, mas aproxima alguns dos princípios gerais por que as duas se regem, &quot;designadamente em matéria de transparência, qualificação na base da carreira, estatuto reforçado de estabilidade no emprego (tenure), avaliação e exigência de concurso para mudança de categoria&quot;.
A partir de agora, o grau de doutor e especialista é essencial para o acesso a professor nos politécnicos e é criada nos institutos uma nova categoria no topo da carreira, a de professor coordenador principal, à qual se pode aceder apenas com &quot;a titularidade do grau de doutor há mais de cinco anos e o título de agregado&quot;.
É ainda criado um período de transição com condições para que os actuais equiparados a docentes dos politécnicos que não tenham as qualificações mínimas de doutor possam adquiri-las.
Os professores de carreira têm de representar pelo menos 70 por cento dos docentes de cada instituição e, por regra, o novo estatuto prevê &quot;o regime de dedicação exclusiva, sem prejuízo da opção do docente pelo regime de tempo integral e da possibilidade de transição entre regimes&quot;.
A garantia de autonomia pedagógica, científica e técnica - através da introdução de um estatuto reforçado de estabilidade no emprego (tenure) para os professores coordenadores principais e para os professores coordenadores - e a criação de condições para a colaboração entre os institutos politécnicos e outras instituições são outros dos assuntos previstos no novo estatuto.
Os concursos para professores dos politécnicos passam a ser obrigatoriamente com júris maioritariamente externos à instituição, para reforçar &quot;a transparência nos concursos&quot;, que proíbem &quot;a adopção de especificações que estreitem de forma inadequada o universo dos candidatos&quot;.
Os professores adjuntos terão um período experimental de entrada na carreira de cinco anos e os professores coordenadores principais e coordenadores que não tiverem anteriormente um contrato por tempo indeterminado terão um período experimental de um ano.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(Comentário: segundo o autor estas são as regras para Portugal)</p>
<p>O diploma continua a distinguir a carreira docente universitária da carreira docente do ensino superior politécnico, mas aproxima alguns dos princípios gerais por que as duas se regem, &#8220;designadamente em matéria de transparência, qualificação na base da carreira, estatuto reforçado de estabilidade no emprego (tenure), avaliação e exigência de concurso para mudança de categoria&#8221;.<br />
A partir de agora, o grau de doutor e especialista é essencial para o acesso a professor nos politécnicos e é criada nos institutos uma nova categoria no topo da carreira, a de professor coordenador principal, à qual se pode aceder apenas com &#8220;a titularidade do grau de doutor há mais de cinco anos e o título de agregado&#8221;.<br />
É ainda criado um período de transição com condições para que os actuais equiparados a docentes dos politécnicos que não tenham as qualificações mínimas de doutor possam adquiri-las.<br />
Os professores de carreira têm de representar pelo menos 70 por cento dos docentes de cada instituição e, por regra, o novo estatuto prevê &#8220;o regime de dedicação exclusiva, sem prejuízo da opção do docente pelo regime de tempo integral e da possibilidade de transição entre regimes&#8221;.<br />
A garantia de autonomia pedagógica, científica e técnica &#8211; através da introdução de um estatuto reforçado de estabilidade no emprego (tenure) para os professores coordenadores principais e para os professores coordenadores &#8211; e a criação de condições para a colaboração entre os institutos politécnicos e outras instituições são outros dos assuntos previstos no novo estatuto.<br />
Os concursos para professores dos politécnicos passam a ser obrigatoriamente com júris maioritariamente externos à instituição, para reforçar &#8220;a transparência nos concursos&#8221;, que proíbem &#8220;a adopção de especificações que estreitem de forma inadequada o universo dos candidatos&#8221;.<br />
Os professores adjuntos terão um período experimental de entrada na carreira de cinco anos e os professores coordenadores principais e coordenadores que não tiverem anteriormente um contrato por tempo indeterminado terão um período experimental de um ano.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Retrocesso no ensino superior por Palazzo</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2011/07/retrocesso-no-ensino-superior/comment-page-1/#comment-672</link>
		<dc:creator>Palazzo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 12:53:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=1673#comment-672</guid>
		<description>O problema é a compreensão de que o ensino superior deve ser realmente diferenciado. As pessoas devem aceitar que o esforço despendido resultará em melhor qualificação para o futuro. Os gestores tentam rduzir os cutsos com a contratação de pessoal menos qualificado. Contra isto devemos lutar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema é a compreensão de que o ensino superior deve ser realmente diferenciado. As pessoas devem aceitar que o esforço despendido resultará em melhor qualificação para o futuro. Os gestores tentam rduzir os cutsos com a contratação de pessoal menos qualificado. Contra isto devemos lutar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Retrocesso no ensino superior por Richard</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2011/07/retrocesso-no-ensino-superior/comment-page-1/#comment-671</link>
		<dc:creator>Richard</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 11:05:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=1673#comment-671</guid>
		<description>Hoje em dia os ensinos superiores tem pessoas qualificadas em doutoramento, pós-graduações e licenciados. Porque numa instituição ou faculdade não é como uma escola. E quando uma pessoa entra num ensino superior tem que saber mais do que uma escola. E o seu grau de exigência é mais elevado. Quando uma pessoa frequenta um curso do ensino superior fica com melhores conhecimentos do seu curso que está a frequentar, para poder entrar no mundo de trabalho com a sua experiencia do curso que tirou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia os ensinos superiores tem pessoas qualificadas em doutoramento, pós-graduações e licenciados. Porque numa instituição ou faculdade não é como uma escola. E quando uma pessoa entra num ensino superior tem que saber mais do que uma escola. E o seu grau de exigência é mais elevado. Quando uma pessoa frequenta um curso do ensino superior fica com melhores conhecimentos do seu curso que está a frequentar, para poder entrar no mundo de trabalho com a sua experiencia do curso que tirou.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Mais uma forma de melhorar as aulas por Gabriel Oliveira</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2012/01/mais-uma-forma-de-melhorar-as-aulas/comment-page-1/#comment-628</link>
		<dc:creator>Gabriel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 01:33:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2423#comment-628</guid>
		<description>Seria mais bacana ainda se os alunos fossem incentivados (com notas, talvez) a incrementar ainda mais esses e outros verbetes (e mostrando um log e um diff pra atestar o que ele postou, ou algo do genero).

Ou ainda que o aluno mostre commits que faz/tem-feito/fez para projetos de Software Livre e ganhe o mesmo incentivo do professor (substituindo um trabalho final, talvez).

Gostaria de saber o que levou os alunos da UFPE a ter essa iniciativa (e como o(s) professor(es) de lá premiaram isso)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seria mais bacana ainda se os alunos fossem incentivados (com notas, talvez) a incrementar ainda mais esses e outros verbetes (e mostrando um log e um diff pra atestar o que ele postou, ou algo do genero).</p>
<p>Ou ainda que o aluno mostre commits que faz/tem-feito/fez para projetos de Software Livre e ganhe o mesmo incentivo do professor (substituindo um trabalho final, talvez).</p>
<p>Gostaria de saber o que levou os alunos da UFPE a ter essa iniciativa (e como o(s) professor(es) de lá premiaram isso)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre MEC corta 2,8 mil vagas de cursos da área de saúde por Palazzo</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2011/12/mec-corta-28-mil-vagas-de-cursos-da-area-de-saude/comment-page-1/#comment-601</link>
		<dc:creator>Palazzo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 22:01:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2348#comment-601</guid>
		<description>E depois se descobriu que 70% destas vagas eram &quot;vagas ociosas&quot;. Como é possível cortar algo que não existe? Está na hora de serem tomadas medidas drásticas para &quot;purificar&quot; o sistema de ensino superior. A existência destes cursos de baixa qualidade causou uma revolta estudantil no Chile. Quando será que vão perceber que curso de Direito a R$99,99 por mês não dá empregabilidade para ninguém?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E depois se descobriu que 70% destas vagas eram &#8220;vagas ociosas&#8221;. Como é possível cortar algo que não existe? Está na hora de serem tomadas medidas drásticas para &#8220;purificar&#8221; o sistema de ensino superior. A existência destes cursos de baixa qualidade causou uma revolta estudantil no Chile. Quando será que vão perceber que curso de Direito a R$99,99 por mês não dá empregabilidade para ninguém?</p>
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		<title>Comentário sobre Alunos demais em aula! por Fernanda</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2011/11/aulos-demais-em-aula/comment-page-1/#comment-596</link>
		<dc:creator>Fernanda</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 02:56:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2314#comment-596</guid>
		<description>Concordo com a proposta do sindicato, penso que se o Brasil adotasse essa política desde o ensino básico não teríamos tantos problema o quanto  estamos enfrentando atualmente, quando esses alunos chegam na graduação sem o aprendizado necessário.  Atualmente as graduações viraram alvo de comércio.  Fico muito triste com tudo isso, pois sou Assistente Social trabalho indiretamente com Educação e não vejo perspectivas positivas a curto e médio prazo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a proposta do sindicato, penso que se o Brasil adotasse essa política desde o ensino básico não teríamos tantos problema o quanto  estamos enfrentando atualmente, quando esses alunos chegam na graduação sem o aprendizado necessário.  Atualmente as graduações viraram alvo de comércio.  Fico muito triste com tudo isso, pois sou Assistente Social trabalho indiretamente com Educação e não vejo perspectivas positivas a curto e médio prazo.</p>
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		<title>Comentário sobre Alunos demais em aula! por Marcelo Cezar Pinto</title>
		<link>http://palazzo.pro.br/wordpress/2011/11/aulos-demais-em-aula/comment-page-1/#comment-590</link>
		<dc:creator>Marcelo Cezar Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:04:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palazzo.pro.br/wordpress/?p=2314#comment-590</guid>
		<description>Prezados,

Acho que o mais importante nesta relação é o número de alunos de graduação por professor tempo integral, aos moldes do cálculo do REUNI/MEC.

Pois a informação de que os cursos tem turmas de até 50 alunos na educação superior pode mascarar a falta de orientação mais individualizada. Muitos professores horistas também é um indicador de baixa qualidade, mesmo com turmas pequenas pois, via de regra, não há comprometimento nem tempo de dedicação destes.

Ao mesmo tempo, uma determinada atividade pode ser ao estilo palestra docente com 200 alunos sem, com isso, atestar falta de qualidade.

O que não se pode é deixar 1 professor ter que &quot;dar conta&quot; de muitos alunos. Seja em 1 turma com 70 alunos ou em 10 turmas com 10 alunos cada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,</p>
<p>Acho que o mais importante nesta relação é o número de alunos de graduação por professor tempo integral, aos moldes do cálculo do REUNI/MEC.</p>
<p>Pois a informação de que os cursos tem turmas de até 50 alunos na educação superior pode mascarar a falta de orientação mais individualizada. Muitos professores horistas também é um indicador de baixa qualidade, mesmo com turmas pequenas pois, via de regra, não há comprometimento nem tempo de dedicação destes.</p>
<p>Ao mesmo tempo, uma determinada atividade pode ser ao estilo palestra docente com 200 alunos sem, com isso, atestar falta de qualidade.</p>
<p>O que não se pode é deixar 1 professor ter que &#8220;dar conta&#8221; de muitos alunos. Seja em 1 turma com 70 alunos ou em 10 turmas com 10 alunos cada.</p>
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