Não havia percebido este fato. Aqui no Brasil estamos caminhando para um desbalanceamento da pirâmide populacional conforme os dados do IBGE. Então estava focado neste problema: o aumento de idosos em relação aos jovens e ativos. Isto fica claro nos gráficos a seguir onde se percebe que em 2050 haverá um desequilíbrio enorme (cuidem bem do planejamento das suas aposentadorias). Mas o que se passará depois disto?

Ai surgiu, para mim, a grande novidade. Hoje, nos países desenvolvidos que já passaram pela transição demográfica há uma coexistência da maior parte das faixas etárias, apenas com a progrssiva diminuição a medida que a idade avança depois dos 60 anos. No Brasil esta ocorrendo uma redução importante das taxas de mortalidade em todas as faixas etárias, então chegaremos ao equilíbrio pelo ano de 2100 como mostra este gráfico da população do mundo com dados da ONU. Naquele ano o Brasil terá a mesma distribuição de faixas etárias que os paises desenvolvidos apresnetam hoje. Chegando até lá o INSS não terá mais problemas de financiamento e desaparecerá o choque de gerações.

Nos encontramos lá!
A Comissão de Educação e Cultura realizará nesta terça-feira (16) audiência pública para discutir formas de estimular doações para as universidades públicas do país
A iniciativa do debate é do deputado Alex Canziani (PTB-PR). Ele quer discutir o exemplo da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), pioneira nessa área.
A instituição criou um canal por meio do qual empresas e profissionais podem fazer suas doações – um fundo permanente que reúne doações e as gerencia com práticas semelhantes às das principais universidades do mundo. Outra opção é fazer a doação diretamente à escola, conforme regras de uma portaria específica para essa finalidade.
Em 2010, a Comissão de Educação aprovou o Projeto de Lei 4847/09, do deputado Dimas Ramalho (PPS-SP), que permite ao contribuinte, pessoa jurídica ou física, deduzir do Imposto de Renda metade das doações feitas a entidades públicas de ensino superior. Segundo a proposta, as doações de pessoas jurídicas, somadas às contribuições para atividades culturais e audiovisuais, não poderão reduzir em mais de 4% o imposto devido. A tramitação da proposta ainda não foi concluída.
Foram convidados para a audiência:
- o diretor da Escola Politécnica da USP, José Roberto Cardoso; e
- o secretário-executivo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Gustavo Balduino.
(Agência Câmara)
Após nos criticarem, e continuam a criticar, os Paises Centrais enfrentam a realidade econômica. Só há uma saida para a crise global, a solidariedade e a humanidade na distribuição das rendas e da produção. Em Novembro 2007 publiquei uma crônica com o título “O Mundo Impossível” onde mostrava que o nível de consumo absurdo que os EEUU pregam como o ideal humano é impossível. A Economia é implacável, ela coloca as coisas em seus devidos lugares. Leiam este artigo publicado no El País.
EE UU debe embridar sus cuentas, Japón ha dado la campanada con una avalancha de liquidez, pero sufre una deuda pública colosal, y las potencias emergentes deben reforzar sus defensas. Pero el gran asunto es Europa. La economía del Viejo Continente centrará las preocupaciones de la asamblea de primavera que esta semana celebra en Washington el Fondo Monetario Internacional (FMI), que ya habla de un mundo de tres velocidades: las economías en desarrollo, en la primera; Estados Unidos y países como Suiza o Suecia, en la segunda, y, por último, las economías europea y nipona.
Leia o artigo
JC e-mail 4702, de 10 de Abril de 2013.
SBPC propõe partilha da seguinte forma: 70% para educação básica, 20% para educação superior e 10% para ciência e tecnologia. A nova lei de distribuição dos royalties do petróleo, que está sendo discutida no Congresso, poderá tirar uma fatia de R$ 1,6 bilhão do bolo de recursos que alimenta o desenvolvimento científico e tecnológico do País. O valor refere-se ao que o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) deverá receber este ano do Fundo Setorial do Petróleo e Gás Natural (CT-Petro), que deixaria de existir nos moldes previstos para a nova lei. O CT-Petro é responsável por quase metade (47%) dos recursos do FNDCT, que é a principal fonte de dinheiro para ciência e tecnologia no País – especialmente para o financiamento de pesquisa básica acadêmica. Sem esse R$ 1,6 bilhão previsto para 2013, por exemplo, o orçamento total do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) cairia para R$ 5,6 milhões – equivalente ao valor de 2010 -, segundo dados apresentados ontem pelo ministro Marco Antonio Raupp em evento na sede da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
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