A Comissão Eleitoral analisou as manifestações recebidas com propostas de candidaturas para o processo eleitoral acima referido, sendo exposto o resultado das homologações a seguir.
Para a Diretoria:
Houve inscrição de chapa única, proposta pelo Conselho, para concorrer às eleições da nova Diretoria para o mandato 2013-2015. A chapa foi proposta com a seguinte composição:
Presidência:
Presidente: Paulo Roberto Freire Cunha (UFPE)
Vice-presidente: Lisandro Zambenedetti Granville (UFRGS)
Diretorias:
Administrativa: Renata de Matos Galante (UFRGS)
Finanças: Carlos André Guimarães Ferraz (UFPE)
Eventos e Comissões Especiais: Altigran Soares da Silva (UFAM)
Educação: Mirella Moura Moro (UFMG)
Publicações: José Viterbo Filho (UFF)
Planejamento e Programas Especiais: Claudia Lage Rebello da Motta (UFRJ)
Secretarias Regionais: Marcelo Duduchi Feitosa (CEETEPS)
Divulgação e Marketing: Edson Norberto Cáceres (UFMS)
Diretorias Extraordinárias:
Competições Científicas: Ricardo de Oliveira Anido (UNICAMP)
Relações Profissionais: Roberto da Silva Bigonha (UFMG)
Cooperação com Sociedades Científicas: Raimundo José de Araújo Macêdo (UFBA)
Articulação com Empresas: Avelino Francisco Zorzo (PUC-RS)
Para o Conselho:
Preenchem as condições definidas no Estatuto da Sociedade para candidatura ao Conselho, os seguintes associados:
Alessandro Fabrício Garcia (PUC-Rio)
Alfredo Goldman (IME/USP)
Aline Maria Santos Andrade (UFBA)
Antônio Jorge Abelém (UFPA)
Daltro José Nunes (UFRGS)
José Palazzo Moreira de Oliveira (UFRGS)
Karin Breitman (PUC-Rio)
Maria Cristina Ferreira de Oliveira (ICMC/USP)
Thaís Batista (UFRN)
Wagner Meira Jr. (UFMG)
Rodolfo Jardim de Azevedo (UNICAMP-IC)
Em 09 de maio de 2013.
Comissão Eleitoral – Eleições SBC 2013/2015
| Notícias |
Sábado, 11 de maio de 2013 |
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JC e-mail 4721, de 08 de Maio de 2013. |
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| 3. Quem quer ser professor? |
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| Editorial publicado no O Estado de S.Paulo em 08/05O governo federal alardeia que ser professor é exercer “a profissão que pode mudar o País”, mas o que se comprova é que se trata de uma carreira que vem perdendo prestígio e pela qual há cada vez menos interessados.O problema é especialmente grave no ensino de ciências exatas, essencial para o crescimento de qualquer país. Embora não se trate de algo novo, o fenômeno tem se acentuado nos últimos tempos, e há novos levantamentos mensurando o grande desinteresse dos jovens pelo desafio de ensinar e, dessa forma, “construir um Brasil mais desenvolvido”, como diz a propaganda oficial destinada a atrair mão de obra para as salas de aula.
Notícia completa |
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Um comentário que circulou sobre o assunto em uma lista:
Minha cunhada se aposentou há um ano , como professora de Matemática no Segundo Grau em escolas do Estado. Tem mestrado na área e ainda pode trabalhar para complementar a renda, então resolveu voltar a ensinar, já que faltam professores de matemática em todas as escolas de {uma cidade do RS}. Fez algumas visitas e a melhor proposta que recebeu foi de receber 900 reais líquidos por 30 horas em sala de aula.
Não é uma beleza? Por que será que ninguém se interessa?
Não tinha me dado conta da generosa proposta do MEC para estimular a bons alunos segundo a matéria publicada no Jornal da Ciência ontem. Alguém me chamou a atenção para o trecho a seguir. Será que entendi bem a oferta de uma ajuda mensal de R$ 150,00 como altamente motivadora? Aqui no RS o Governo se nega a pagar o piso salarial para os professores, chega ao limite do básico com penduricalhos no salário. Para termos estímulo à carreira do ensino fundamental e médio precisamos de ações muito positivas para pagar um salário competitivo e, além disto, darmos o respeito e reconhecimento pelo trabalho essencial destes profesores. O modelo é a Coréia do Sul, onde os professores e o ensino é valorizado, tanto socialmente como economicamnete.
“Temos um número insuficiente de professores nessas áreas. E a procura pelas licenciaturas é insuficiente”, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Para tentar reverter o quadro, o programa terá outras duas frentes. Em uma delas, o governo tentará incentivar alunos do ensino médio a escolherem o magistério nessas áreas. Para isso, estudantes com interesse nessas matérias passarão a ter aulas de reforço e ganharão ajuda mensal de R$ 150 (paga pela União). Eles participarão também de atividades nas universidades em grupos que reunirão docentes universitários, alunos de licenciaturas e professores das escolas básicas. A meta é recrutar 100 mil estudantes do ensino médio.
Não havia percebido este fato. Aqui no Brasil estamos caminhando para um desbalanceamento da pirâmide populacional conforme os dados do IBGE. Então estava focado neste problema: o aumento de idosos em relação aos jovens e ativos. Isto fica claro nos gráficos a seguir onde se percebe que em 2050 haverá um desequilíbrio enorme (cuidem bem do planejamento das suas aposentadorias). Mas o que se passará depois disto?

Ai surgiu, para mim, a grande novidade. Hoje, nos países desenvolvidos que já passaram pela transição demográfica há uma coexistência da maior parte das faixas etárias, apenas com a progrssiva diminuição a medida que a idade avança depois dos 60 anos. No Brasil esta ocorrendo uma redução importante das taxas de mortalidade em todas as faixas etárias, então chegaremos ao equilíbrio pelo ano de 2100 como mostra este gráfico da população do mundo com dados da ONU. Naquele ano o Brasil terá a mesma distribuição de faixas etárias que os paises desenvolvidos apresnetam hoje. Chegando até lá o INSS não terá mais problemas de financiamento e desaparecerá o choque de gerações.

Nos encontramos lá!