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Taxa de acidentes por companhias aéreas

sexta-feira, julho 2nd, 2010

Airline Accident Rates – from PlaneCrash.com

These accident rates are not safety ratings. There are many factors that contribute to the safety rating of an airline including, but not limited to, accident history, maintenance and operational procedures, types of training programs, age of fleet and specific routes flown.

In addition there are different ways to analyze past accident data including using number of hours flown, passenger miles completed or number of trips made. The accident rates below are based on only three basic parameters. Number of flights, the number of fatal accidents and the fatality rate of those accidents. The methodology is listed below the tables.

Aviation accidents are extremely rare, with the probability of a passenger being killed on a single flight at approximately eight million-to-one. If a passenger boarded a flight at random, once a day, everyday, it would statistically be over 21,000 years before he or she would be killed.

Read the statistics here: Airline Accident Rates


Jabulani e ciência (AGÊNCIA FAPESP)

quinta-feira, junho 24th, 2010

Divulgação Científica

Nasa e IPT analisam bola da Copa

24/6/2010

Agência FAPESP – Golaço ou gol contra? A maior polêmica da Copa do Mundo na África do Sul até o momento ainda não tem uma conclusão. Para alguns, a bola oficial do evento, denominada Jabulani (“celebração”, em zulu), representa uma notável evolução do ponto de vista tecnológico. Para outros, o resultado deixou a desejar.

O atacante Luis Fabiano, da Seleção Brasileira, criticou. O goleiro Júlio César chamou de “bola de supermercado”. Fernando Torres, atacante espanhol, também falou mal. Kaká está entre os que elogiaram.

As maiores críticas foram com relação aos movimentos imprevisíveis, promovidos pela resposta aerodinâmica da nova redonda, especialmente nos chutes mais fortes. Na primeira rodada, com o baixo número de gols, a reclamação foi ainda maior. Mas no fim da primeira fase da Copa, os gols voltaram. Portugal enfiou sete na Coreia do Norte. O próprio Luis Fabiano marcou dois contra a Costa do Marfim.

Para o fabricante, a Adidas, a bola representa um avanço. Mas o próprio presidente da empresa, Herbert Hainer, reconheceu que é preciso um certo tempo para se acostumar com a Jabulani, por ser “mais aerodinâmica e mais rápida”.

Pesquisadores da Nasa, a agência espacial norte-americana, e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), decidiram avaliar o comportamento da Jabulani.

No Centro de Pesquisa Ames da Nasa, na Califórnia, foram feitos testes para comparar a bola com a usada na Copa de 2006 na Alemanha, a Teamgeist (“espírito de equipe”). A Teamgeist, no lugar dos hexágonos costurados das bolas tradicionais, tinha oito painéis fundidos por um processo térmico, que elimina a necessidade de costura, mesmo interna, entre eles. A Jabulani tem 14 painéis e ganhou sulcos aerodinâmicos.

A conclusão da Nasa é que com a Jabulani os jogadores não deverão ter melhor controle do que com a Teamgeist. “É bem óbvio. O que estamos vendo é um efeito knuckle-ball”, disse Rabi Mehta, engenheiro aeroespacial no centro Ames. Knuckle-ball é um arremesso no beisebol no qual a bola não é segura com os dedos, mas sim com seus nós, resultando em movimento com acentuada curva e imprevisível para o rebatedor.

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