ER 2016

 

 

Estrutura de um Disco magnético - (HD SV2011H de 20 G Bytes da Samsung)

Figura 1: Vista superior e circuito da eletrônica de um HD SV2011H de 20 G Bytes da Samsung LBA 39.179.952

Disco rígido, disco duro, (popularmente também winchester) ou HD (do inglês Hard Disk) é a parte do computador onde são armazenadas as informações, ou seja, é a "memória permanente" propriamente dita (não confundir com "memória RAM"). É caracterizado como memória física, não-volátil, que é aquela na qual as informações não são perdidas quando o computador é desligado. 

O disco rígido é um sistema lacrado contendo discos de metal recobertos por material magnético onde os dados são gravados através de cabeças, e revestido externamente por uma proteção metálica que é presa ao gabinete do computador por parafusos. É nele que normalmente gravamos dados (informações) e a partir dele lançamos e executamos nossos programas mais usados.

Este sistema é necessário porque o conteúdo da memória RAM é apagado quando o computador é desligado. Desta forma, temos um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados da próxima vez em que o computador for ligado. O disco rígido é também chamado de memória de massa ou ainda de memória secundária. Nos sistemas operativos mais recentes, o disco rígido é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de memória virtual.

Disco rígido - Wikipédia  
Recomendo a leitura da
versão em Inglês da Wikipédia sobre discos.

 Figura 2: Vista dos conectores e código dos jumpers de um HD

Todas as unidades de disco IDE têm um bloco de jumpers localizado entre o conector de 40 pinos e o conector de alimentação. Esses jumpers selecionam as opções de detecção física na unidade de disco rígido. na tabela da esquerda é possível encontrar o significado das configurações. O HD está configurado, na foto, como master. A tabela serve para configurar, também, discos com capacidade maior do que 32 GB. O problema, neste caso é que estes discos não são reconhecidos pelas controladoras mais antigas instaladas nos computadores,  nesta situação deve-se empregar apenas a parte inicial de 32 GB do disco, ficando a capacidade acima destes 32 GB inaproveitada.  

Disco magnético

Figura 3: Estrutura de gravação em um disco magnético

Um disco rígido possui uma ou várias superfícies de gravação/leitura com uma estrutura de gravação composta por cilindros, trilhas e setores.

  • Cilindro: definido como sendo um conjunto de 

  • Trilhas verticalmente alinhadas e com mesmo diâmetro e compostas por

  • Setores que são as unidades físicas de gravação

Custo de acesso ao disco

  • Registros que pertencem a um mesmo cilindro não requerem deslocamento do mecanismo de acesso

  • Tempo de busca (seek time): tempo de deslocamento do mecanismo de acesso de uma trilha para outra

  • Latência rotacional: tempo para que o inicio do bloco que contenha o registro a ser lido passe pelo cabeçote de leitura/gravação

  • Tempo de transferência: quantidade de tempo necessário para que um bloco (ou setor) seja transferido para um buffer de memória

Os discos magnéticos de um disco rígido são recobertos por uma camada magnética extremamente fina. Na verdade, quanto mais fina for a camada de gravação, maior será sua sensibilidade, e consequentemente maior será a densidade de gravação permitida por ela. Poderemos então armazenar mais dados num disco do mesmo tamanho, criando HDs de maior capacidade. 

Disco rígido - Wikipédia
(GNU Free Documentation License)

 

 Figura 4:Cabo plano do acionamento do motor do disco e conjunto disco/cabeças de leitura

 Figura 5:Bobina de acionamento do motor linear do conjunto de braços de leitura e imã dentro do qual a bobina se movimenta

 Figura 6:Braço das cabeças de leitura, na direita a cabeça de leitura 
(este HD utiliza apenas uma cabeça e uma superfície do disco)

 Figura 7: Detalhe da cabeça de leitura/gravação

 Figura 8: Detalhe da cabeça de leitura/gravação e motor de acionamento do disco


 

 

 

 

 
  • Mais um serviço predador na academia

    Há uma série de publicações predatórias como journals de acesso livre sem qualquer qualidade, mas com uma aparência de serem sérios. Agora aparecem seviços de indexação predatórios. O mais terrível é a academia.edu.Se receberem algum convite em meu nome deste absurdo que é a Academia.edu não aceitem: é FRAUDE. Eles estão enviando e-mails como se os co-autores estivessem convidando os demais; achei estranho e consultei alguns colegas: nenhum deles havia me convidado foi uma fraude da Academia.edu. Além disto leiam este termo de serviço, chega ser criminoso:   By making available any Member Content on or through the Site or Services, you hereby grant to Academia.edu a worldwide, irrevocable, perpetual, non-exclusive, transferable, royalty-free license, with the right to sublicense, to use, view, copy, adapt, modify, distribute, license, sell, transfer, publicly display, publicly perform, transmit, stream, broadcast and otherwise exploit such Member Content only on, through or by means of the Site or Services.   Se algum pesquisador tiver aceito estes termos predatórios deveria imediatamente excluir seus artigos e fechar aconta. Divulgue estas informações para seus colegas, como diria um famoso apresentador: "Isto é uma vergonha!" ...

    Quinta, 19 Novembro 2015
  • Governo anuncia mudanças na presidência da Finep e na Sepin

    O processo de trocas continua no Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Agora as mudanças atingiram a presidência da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Secretaria de Políticas de Informática (Sepin) da pasta. As alterações foram divulgadas nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União (DOU). FINEP   Na agência de fomento, sai o cientista político Luís Fernandes que ficou no cargo por sete meses. Em seu lugar entra Wanderley de Souza, anteriormente diretor de projetos do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Souza já foi secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do estado do Rio de Janeiro (Secti-RJ). Atuou também como secretário executivo do MCTI entre 2003 e 2004. Além disso, chefiou o Laboratório de Ultraestrutura Celular Hertha Meyer, que estuda os fenômenos relacionados à sobrevivência e diferenciação neuronal, bem como a importância das interações neuro-imunes. O novo presidente da Finep possui graduação em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestrado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela UFRJ e doutorado em Ciências Biológicas (Biofísica) também pela UFRJ. Tem atuado junto a várias sociedades científicas nacionais e internacionais, como a Sociedade Brasileira de Microscopia Eletrônica e a Interamerican Society for Electron Microscopy, onde ocupou posições de vice-presidente e presidente.   Sepin   O DOU de hoje também divulga a exoneração de Virgílio Almeida da chefia da Secretaria de Políticas de Informática do MCTI. Em seu lugar entra Manoel Augusto Cardoso da Fonseca, que estava na Coordenadoria-Geral de Modernização e Informática do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Almeida deixa a equipe do ministério para assumir o cargo de professor visitante na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Em sua gestão, iniciada em 2011, foram lançados importantes programas, entre eles o Brasil Mais TI e o Start Up Brasil, e ações como editais para fortalecer a indústria nacional de microeletrônica e a Certics, um certificado para comprovar se um software é resultado de pesquisa e desenvolvimento no País.   <link> ...

    Terça, 17 Novembro 2015
  • Orientação do Ministério Público Federal considera ilegal o Internet.org no Brasil

    A Procuradoria Geral da República soltou um documento que é uma bomba contra o projeto internet.org, ou Freebasics, como passou a ser chamado o aplicativo da rede social para acesso a sites e conteúdos selecionados, mas sem consumo da franquia de dados em dispositivos móveis. Trata-se de uma nota técnica, portanto uma orientação a todo o Ministério Público Federal, que em síntese sustenta que o internet.org desrespeita a legislação brasileira. “Esse passa a ser o posicionamento do Ministério Público Federal sobre esse assunto”, resume a procuradora Neide Cardoso de Oliveira, coordenadora do grupo técnico  de combate aos crimes cibernéticos. Além dela, assinam a Nota Técnica 2/2015 os também procuradores Marcia Morgado Miranda, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão; e Carlos Bruno da Silva, coordenador do GT de tecnologia da informação. Trata-se de um posicionamento contundente. Com dez páginas, a Nota Técnica diz que o sistema de acesso a determinados sites e aplicativos constitui uma “restrição que aplicada sem exceções quer permitam o acesso ilimitado afronta o artigo 4o do Marco Civil da Internet, ao estabelecer que alguns usuários, em especial a camada mais pobre da sociedade, terá acesso apenas parcial a determinado site”. O MPF entende que “essa limitação do sistema também permite violação ainda mais grave aos princípios norteadores da internet no Brasil, porque somente sites previamente aprovados pelo Facebook e seus parceiros poderão ser acessados através do aplicativo”. Ou ainda que se trata de “flagrante violação à liberdade de acesso e à neutralidade de rede” e que “abre portas para impedir o acesso a sites considerados politicamente antagônicos ou que expressem opiniões distintas do Facebook e seus parceiros, em evidente censura”. Ainda de acordo com a nota do MPF, “o efeito psicológico de uma internet grátis, porém de conteúdo restrito, pode resultar, indiretamente, na fidelização de clientes, ou até pior – a longo prazo, consumidores de internet que apenas veem-na como portal dos conteúdos ofertados pelos parceiros do Facebook”. Tal internet “em fatias (...) cria uma situação de discriminação em face do indivíduo que terá violado seu direito de acesso à informação, previsto no inciso XIV do artigo 5o da Constituição Federal”. Para o Ministério Público, “com o projeto internet.org, uma camada significativa da população, notadamente a mais desprovida de recursos, na ilusão de estar conectada à internet, ficará sujeita a ter ...

    Quinta, 12 Novembro 2015
  • Alternativa para a avaliação das pós

    Estas informações são provenientes de uma pessoa muito experiente na avaliação da pós da Finlândia, onde todas as universidades são gratuitas e tem financiamento público. Para avaliar pesquisadores eles avaliam um pool de índices, onde H e H-10 e número de citações, são apenas uma pequena amostra deles - eles olham quem publica nos veículos também, o que tem muito peso (assim mesmo eventos pequenos e novos tem a sua chance). A pós é avaliada com base nos pesquisadores, alunos, eficiência no uso dos recursos, produção, e mais importante: tem que haver uma comissão internacional neutra que participa do processo. Ninguém fica no comitê muito tempo ... Eles levam a avaliação e o resultado a sério (investem muito esforço nisto), e as universidades também ... Está na hora de repensarmos o nosso sistema de avaliação, em minha opinião o problema principal é que todos os indicadores utilizados pelas CAPES saturam, menos o das publicações. Esta é a origem da obsessão pelo uso de um indicador ÚNICO. ...

    Quinta, 15 Outubro 2015
  • Petição para o acesso livre aos dados do Lattes

    Olá! Eu acabei de assinar a petição "Petição para a retirada dos captchas dos currículos da Plataforma Lattes". Esta petição foi lançada para por um fim ao bloqueio de dados do Lattes. A Comunidade não foi consultada sobre a colocação de capchas que impedem o acesso livre a volume de dados. A quem interessa esta limitação? Isto só prejudica muitos trabalhos científicos e a transparência e avalição pelos pares de Instituições e Grupos de Pesquisa.   É muito importante! Que tal você assinar também? Palazzo Prezados, Nessa semana, conjuntamente com vários pesquisadores, criamos uma petição com alguns argumentos que discutem o porque que a adoção dos captchas não é uma boa estrategia para o Brasil. A adoção de captcha nos currículos Lattes: - Gera um custo elevado, oneroso e desnecessário para a coleta de dados; - Constitui um freio à promoção da Ciência Brasileira; - Desencoraja a consulta de dados da Plataforma Lattes; - Diminui a visibilidade e o impacto da produção científica brasileira nos âmbitos nacional e internacional; e - Impossibilita estudos acadêmicos envolvendo mais de uma instituição, gerando prejuízo à Ciência Brasileira. Em anexo está o documento com maiores informações. Por favor, se concordar, assine a petição online e a divulgue: https://www.change.org/p/presid%C3%AAncia-do-cnpq-conselho-nacional-de-desenvolvimento-cient%C3%ADfico-e-tecnol%C3%B3gico-cnpq-peti%C3%A7%C3%A3o-para-a-retirada-dos-captchas-dos-curr%C3%ADculos-da-plataforma-lattes   Abraços, Jesús P. Mena-Chalco   ...

    Quarta, 14 Outubro 2015
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